Florianópolis, carinhosamente chamada de “Ilha da Magia”, é um destino que conquista viajantes de todas as partes do mundo. Localizada no sul do Brasil, a capital de Santa Catarina é famosa por suas praias paradisíacas, natureza exuberante, cultura rica e uma excelente qualidade de vida. Com um clima agradável durante boa parte do ano, a cidade é o lugar perfeito para quem busca relaxamento, aventura e experiências inesquecíveis.
Minha primeira vez em Floripa foi em meio a um ano da pandemia de Covid, em 2020, ainda no primeiro ano onde ainda não havia vacinas, me lembro quem em Florianópoles a doença ainda não havia provocado grandes consequências. Os estabelecimentos estavam abertos e não havia lockdown.
Comprei um pacote pela CVC com passagens de avião e hospedagem, escolhi Florianópolis porque era um dos pacotes mais baratos, e também porque era um lugar que queria conhecer. Passei uma semana hospedado em uma pousada próximo a praia dos Ingleses. A praia do Santinho também era bem próxima, porém essa praia não tem muita infraestrutura, barracas, restaurantes e comércio não tinha. Já na praia dos Ingleses sim tinha muitos restaurantes pela orla, ambulantes vendendo comidas, drinks.
Aproveitei também para conhecer o Beto Carreiro World. Na pandemia, estava funcionando normalmente. Comprei o ingresso pela internet, eu achei barato. Paguei 95 pela entrada de estudante para 1 dia no dia 26 quinta feira, um ingresso tipo passe livre, era permitido ir em todos os brinquedos, e fazer agendamento de horário em 3 brinquedos. Também comprei o transporte de ônibus de Florianópolis até o parque, que fica na Penha, por 75 reais ida e volta. Lembro que para pegar o ônibus tive que ir em até um local específico.
O parque estava bem cheio, havia muitas pessoas, havia fila nas atrações. O que mais gostei foi o show dos carros do Hotweels.
As praias que visitei foram a praia dos Ingleses, praia do Santinho, as duas estavam próximas a hospedagem.
No dia 23 fui na praia da Lagonhia, logo pela manhã, em seguida fui de Uber até a praia das Canavieiras, almocei por lá e passei algumas horas nela. Depois fui andando até a praia do Jurerê Internacional. Lembro de não ter gostado dessa praia, porque não tinha nada nela, não tinha comércio, não tinha pessoas. Li sobre ela que era uma praia em um bairro nobre. As pessoas aproveitam a praia de suas lanchas.
No dia 24 fui de Uber até a praia Mole e a Praia da Galheta. A praia mole tem esse nome porque a areia é fofa, não sei porque razão, é um pouco difícil de caminhar pois o pé afunda. Achei o mar agitado nessa praia. Ao lado dela tem a praia da Galheta. Dizem que é uma praia de nudismo. Eu não tirei a roupa e também não vi ninguém sem roupa lá. De lá fui de Uber até Praia Barra da Lagoa. almocei em um restaurante lá, e fiquei na praia por um tempo. Lembro de procurar pelo projeto Tamar nessa praia, mas estava fechado. Depois fiz uma trilha até umas piscinas naturais, mas fui tapeado, pos essas piscinas eram em mar aberto, não vi. Talvez apareçam na maré baixa.