Outubro de 2019

Dia 15 – Ollantaytambo: História viva nos Andes

Saímos de Cusco pela manhã, fazendo algumas paradas ao longo do caminho para apreciar as paisagens e pontos turísticos da região. Chegamos a Ollantaytambo por volta das 15h e logo fizemos o check-in no Inka King Hotel, localizado bem próximo à Plaza de Armas.

A entrada no Parque Arqueológico de Ollantaytambo estava incluída no Boleto Turístico. Acompanhados por um guia local, recebemos explicações sobre a organização do sítio arqueológico, os setores mais importantes e o papel das atividades religiosas na vida dos incas. Foi uma verdadeira imersão histórica.

Após a visita, aproveitamos o tempo livre para explorar os arredores. Na praça principal, visitamos lojinhas de artesanato e souvenirs. À noite, jantamos no restaurante Doña Eva, que serve comida regional. Pedi um Lomo Saltado — prato típico da culinária peruana — e estava delicioso.

Na manhã do dia seguinte, após um café simples no hotel, ainda tivemos tempo para caminhar mais um pouco pela cidade e tirar algumas fotos antes de seguir rumo a um dos pontos altos da viagem: Machu Picchu.

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Dia 16 – Machu Picchu: Um sonho realizado

A ida a Machu Picchu começou por volta das 10h, quando saímos do hotel e caminhamos até a estação de trem de Ollantaytambo. No meio do caminho, percebi que estava sem um documento válido. Voltei correndo ao hotel em busca do passaporte, mas, no nervosismo, não consegui encontrá-lo. Peguei o RG e saí apressado, com receio de perder o trem. Felizmente, cheguei a tempo e embarcamos no trem das 11h.

O trajeto de trem até Águas Calientes é belíssimo. A maior parte do percurso acompanha um rio — provavelmente alimentado por água de degelo — e as paisagens são dignas de cartão-postal, com montanhas cobertas de vegetação exuberante.

Ao chegar em Águas Calientes, embarcamos diretamente no ônibus que sobe até a entrada de Machu Picchu. A estrada é estreita, sem pavimentação, cheia de curvas acentuadas e sem guard rails, o que torna a subida ainda mais impressionante. O fluxo de ônibus e carros é constante, tanto subindo quanto descendo.

Chegamos à entrada do parque por volta das 14h. O circuito completo leva entre duas e três horas. Durante todo o percurso, um guia nos acompanhou, explicando detalhes da civilização inca — desde a organização social até os avanços em agricultura, arquitetura e astronomia. Após cada explicação, fazíamos uma pausa para tirar fotos e observar os detalhes com mais atenção.

O parque possui sinalizações e marcações que delimitam as áreas de circulação, preservando a estrutura e garantindo a segurança dos visitantes. Uma dica importante: vá com roupas adequadas e leve repelente. Eu estava de bermuda e camiseta, e os mosquitos estavam por toda parte — o que tornou o passeio um pouco desconfortável em alguns momentos.

Após a visita, voltamos a Águas Calientes, onde jantamos e tivemos um tempo livre para explorar a vila. O retorno a Ollantaytambo foi feito de trem, e de lá seguimos de van até Cusco, encerrando um dos dias mais memoráveis da viagem.

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